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Video arte Video Clipe

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Video_Arte

… a arte, depois da vanguarda, vive de seus efeitos, sejam eles materiais ou simplesmente de sentido.

Gelson Penha, 2002

Nesta obra, Eunice Vaz Yoshiura nos oferece a sai literatura sobre o vídeo digital, mostrando como imagem pode ser desmaterializada, como os vídeo-artístas contribuem para a cultura midiática e como este seu olhar investe contra a “boa forma”.

A mbira da beira do rio Zambeze

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O CIEC apoiou a realização do evento A MAGIA DA KALIMBA. Essa música encanta até os leões…

No dia 03/07/09, no auditório do Espaço de Inovação do CIEC, aconteceu o show solo do músico e pesquisador Décio Gioielli. Gioielli explorou a sonoridade e os recursos de instrumentos africanos e encantou os presentes contando estórias. No repertório, músicas tradicionais, composições próprias e a participação especial de Zequinha Mello (violão) e Lucina (voz).

Abaixo mais um lindo trabalho de Décio Gioielli, Heloisa Pires Lima (org.) e Ed. Salamandra:

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O Zambeze é um importante rio do Zimbábue, um país africano cujo nome significa “morada das pedras”. Lá vive Chaka, um menino do povo xona que gosta de tocar a mbira, um instrumento que soa com as águas do rio e que agrada aos vadzimu, espíritos protetores de seu povo.

Em A mbira da beira do rio Zambeze os leitores vão conhecer um pouco da história da mbira e também ouvir seu delicado som, no CD que Décio Gioelli gravou especialmente par o livro.

CD Faixa 4 – Água ( Chigwaya)

Décio Gioielli há muitos anos se dedica ao estudo dos intrumentos do  Continente Africano, em especial a grande família dos lamelofones: kalimba, mbira, likembe. Kisange e muitos outros. Em 2000 registrou no CD KALIMBA suas composições instrumentais e em 2003 o gravou o CD infantil MEU NENÉM em parceria com o PALAVRA CANTADA. Recentemente lançou o Livro/ CD infantil “A Mbira da Beira do Rio Zambeze” pela editora Salamandra. Para aprofundar seus conhecimentos sobre música tradicional africana realizou cinco viagens a aquele continente. Lá se apresentou em diversos shows importantes como o “Kalimba Encantadora” (no Standard Bank National Arts Festival), “Brasil Meets África”, XIV Simpósio de Etnomusicologia  e o Concerto de 50 anos da I.L.A.M – International Library of African Music. Fez parte do vídeo Promocional da African Musical Instruments, com composições de Kalimba. Paralelamente a sua carreira solo, é percussionista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.

Construímos nossa vida dia a dia…

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Os dias vão se tornando meses, anos, décadas e… É possível se imaginar que alguém possa viver anos e anos a fio, sem se idealizar em um tempo distante? Vamos deixar que o acaso nos conduza sabe-se lá para onde? Estamos estabelecendo o caminho que queremos ? Para onde estamos realmente nos dirigindo ao percorrer a via da vida? Como projetamos nos encontrar daqui a 20 anos? O que pretendemos ser?

Com a presença de

Ana Helena Ferraz de Campos (psicóloga)
Celso Luís Rodrigues Vegro – MS (engenheiro agrônomo)
Eunice Vaz Yoshiura – PhD (arte educadora)
Inary Mainieri Giordano (pedagoga e arte educadora)
Maria de Lurdes Lazzarin Ferreira (psicóloga)

realizou-se em 30/08/08, no Espaço de Inovação do CIEC, mais um encontro 3A – Atividades de Atualização e Acompanhamento (LÍDERES COACHING).

Foram trabalhados por meio de vivências, conceitos e prática da dinâmica da Inteligência Criativa em Ação, relativos à interação imediata da consciência central com a consciência ampla. A configuração da imagem do Sol ao final de cada percurso representou o alcance da meta estabelecida; a representação pictórica da meta fixada para daqui a 20 anos, esquematizada previamente em Mind Mapping caracterizou as qualidades pretendidas; uma atividade corporal simbólica estruturou o alinhamento vertical para garantir a harmonia do resultado.
As atividades geraram nos participantes expressões como: troca; compartilhar; luz; integração e desafio.

Não podemos saber agora se vamos concretizar o que idealizamos, mas com certeza pensamos sobre o assunto e conseguimos ver o que desejamos para nós mesmos nos próximos 20 anos… E temos a chance de dirigir nossos passos construtivamente nas direções que estabelecemos!

Poder da Imagem

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Obras

Primeira obra Segunda obra
Mulher chorando Pote com desenho de glicínias
Pablo Picasso (1937) Nonomura Ninsei (sec. XVII)

As imagens que focalizamos com a nossa atenção podem afetar nossos pensamentos?

Buscamos resposta a essa pergunta por meio de uma experiência fenomenológica a partir da observação de imagens que reproduzem obras de arte de características visuais bem diferentes entre si — Mulher Chorando de Picasso (1937) e Pote de Chá com Desenho de Glicíneas de Nonomura Ninsei (1615-1867).

A primeira refere-se a um exemplar a óleo da pintura cubista de um dos artistas considerados mais criativos da civilização ocidental e responsável pelas transformações que deram origem à arte contemporânea. Apresenta uma figura de mulher geometrizada e fracionada, vista simultaneamente sob diferentes ângulos, expressando sofrimento e dor. Lembra a Guernica, mas não contém elementos diretamente relacionados à guerra.

A segunda mostra uma obra em cerâmica muito apreciada — é considerada tesouro nacional do Japão. Faz parte do acervo do magnífico Museu de Atami. Foi realizada pelo artista que fundou a escola de cerâmica de Kyoto. Desenvolveu a técnica Kyogaki e o seu estilo é citado como o mais refinado dessa escola. A obra revela grande harmonia entre a forma do pote e a pintura que o decora.

Na experiência realizada, a primeira obra foi observada por 5 minutos e a seguir duas pessoas — uma do sexo masculino e outra feminino, ambas com escolaridade superior — fizeram uma redação com o tema subjetivo “Eu”. Passaram então a observar a segunda pelo mesmo tempo e logo após fizeram outra redação com tema idêntico.

Comparando-se as duas redações, percebeu-se claramente diferença em seus conteúdos. A primeira, para ambos os participantes da experiência suscitou idéias de situações desafiadoras, enquanto a segunda remeteu ao transcendente.

Em experiências anteriores, pode se generalizar após a observação de Mulher Chorando, as pessoas pensavam em problemas, conflitos, coisas relativas ao passado, e tristeza, mesmo ao se referirem a si mesmas, enquanto após a observação da cerâmica de Ninsei, elas se referiam a projetos, soluções, coisas ligadas ao futuro e à alegria.

O que se pode concluir daí?

Eunice

Maçã Cinestésica

sexta-feira, 16 de maio de 2008

A Maça

No AAA…  Passamos pela experiência estética multisensorial de contemplar, tocar, sentir o perfume, saborear e ouvir o poema, portanto elaborar mentalmente referências simbólicas sobre a maçã. A iluminação com o Sol gerou a sensação de integração do universo interno com o externo. E trouxe uma sensação de vida e de alegria. O que isso tem a ver com o nosso futuro imediato? E com metas pessoais de curto , médio e longo prazo? Sugere algo como próximo passo?

Eunice